Instituída em 2021 e firmada em solenidade conjunta em Mascate, a Ordem consolida anos de cooperação entre a Academia e instituições do Sultanato. Reconhece diplomatas, educadores e empreendedores que, com trabalho paciente e continuado, aproximam os dois povos, e figura hoje entre as Ordens Bilaterais de Fraterna Integração.
Sua chancela é assinada pelo Presidente da Academia, com manifestação do Conselho da Ordem, e consignada em súmula oficial no Almanaque Honorífico.
Os graus são comuns a todas as Soberanas Ordens e definem insígnias, precedência cerimonial e prerrogativas do agraciado. O último deles distingue instituições, e não pessoas.
Grau máximo. Chefes de Estado, personalidades de projeção internacional e trajetórias de excepcional relevo.
Contribuição extraordinária e continuada à causa da Ordem.
Trajetória consolidada e reconhecida por pares e instituições.
Serviços relevantes prestados à sociedade e ao campo de atuação da Ordem.
Grau de ingresso na Ordem, conferido por mérito comprovado.
Conferida a instituições cuja atuação honra os valores da Ordem, para ser afixada à sua bandeira ou estandarte.
Conforme o grau, o agraciado recebe faixa, placa de peito, comenda de pescoço ou medalha, acompanhadas de diploma em pergaminho e do brasão da Ordem. Às instituições, confere-se o laço de bandeira.
Símbolo heráldico da Ordem, cunhado em série numerada.
Cruz ou medalhão em metal nobre, esmaltado à mão.
Gorgorão nas cores da Ordem: faixa a tiracolo na Grã-Cruz, laço cruzado na bandeira.
Pergaminho caligrafado, selo em lacre e QR de autenticidade.
Estrela de peito para trajes de gala, própria da Grã-Cruz e do Grande-Oficial.
A indicação de um candidato à investidura é prerrogativa do Presidente, do Conselho da Ordem ou de instituições parceiras formalmente reconhecidas. Todo dossiê é examinado em sessão deliberativa antes de receber chancela.
Iniciar indicaçãoEncaminhada por autoridade competente, com dossiê biográfico.
Pela Secretaria-Geral, com pareceres técnicos e, quando cabível, diplomáticos.
Em sessão fechada do Conselho da Ordem.
Pelo Presidente da Academia, com decreto institucional.
As investiduras realizam-se em sessão solene da Academia: o Grão-Mestre impõe as insígnias ao agraciado, e a leitura da súmula oficial consigna publicamente a honraria perante confrades, autoridades e convidados.
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